sábado, 21 de novembro de 2009

Há muito tempo atrás, em uma carpintaria, quando todo o trabalho havia acabado, as ferramentas começaram a conversar entre si. Elas discutiam para saber qual delas era a mais importante para o carpinteiro. O Sr Martelo começou: Certamente que sou Eu o mais importante para o carpinteiro! Sem mim os móveis não ficarão de pé! Pois eu tenho que martelar os pregos! O Sr Serrote logo quis dar a sua opinião: Você Sr martelo? Você não pode ser! Seu barulho é horrível! É ensurdecedor ficar ouvindo toc, toc, toc... O mais importante sou Eu! O serrote! Sem mim, como o carpinteiro serra a madeira? Eu sou o melhor! - Não, não, não! Falou a dona Lixa: Eu sim sou a melhor! Se não fosse Eu os móveis não seriam tão lisinhos e perfeitos! Eu sou a mais importante! - Ah! Mais não é mesmo! Disse a dona Plaina: Eu sou quem deixo tudo retinho, e tiro as imperfeições da madeira. Eu sim sou a indispensável... Tsc, tsc, tsc... - Nada disso, disse a dona Chave de Fenda: Se não fosse Eu, como o carpinteiro iria apertar os parafusos? Eu sim sou a melhor! - Ah! Não! Que absurdo! Disse o Sr Esquadro: Eu sou o mais importante! Sem mim os móveis ficariam tortos! O carpinteiro nem saberia a medida. Eu sou o mais importante! As ferramentas ficaram discutindo até o dia amanhecer.. O carpinteiro chegou para trabalhar, colocou sobre a mesa a planta de um móvel e começou a trabalhar! Ele usou todas as ferramentas. Usou o serrote, o martelo, o esquadro, a lixa, a plaina, os pregos, o martelo, a chave de fenda, a cola e o verniz para deixar o móvel brilhando...Enfim ele acabou. Chegou o fim do dia o carpinteiro estava cansado, mas feliz com o que tinha feito! Seu trabalho com as ferramentas tinha ficado ótimo! O carpinteiro foi para casa. Enfim, as ferramentas voltaram a conversar. Só que agora elas ficaram admirando o que tinham feito todas juntas e o carpinteiro. Sabe o que elas fizeram? Um púlpito de uma igreja! E tinha ficado lindo! Elas chegaram a uma conclusão: Todas eram importantes! Aos olhos do carpinteiro. Ele usou todas! Sem exceção de nenhuma! E o móvel tinha ficado lindo!Elas descobriram que quando todas trabalham juntas tudo anda melhor!
(Moral da história)
O carpinteiro representa JESUS ou o Pastor de sua igreja, dependendo como você vai usar essa história. As ferramentas representam os membros, ou crianças. Cada um de nós tem um valor importante no reino e na obra de DEUS. É ele quem nós usa e capacita para fazermos a sua obra. Cabe a nós como ferramentas nos deixar ser usados.(Você professor pode colocar a moral que você achar que se encaixa melhor para sua turma) FONTE: APEC

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

DINÂMICAS SUPER LEGAIS



Dinâmica do Nome
Esta dinâmica propõe um "quebra gelo" entre os participantes. Ela pode ser proposta no primeiro dia em que um grupo se encontra. É ótima para gravação dos nomes de cada um. Em círculo, assentados ou de pé, os participantes vão um a um ao centro da roda (ou no próprio lugar) falam seu nome completo, juntamente com um gesto qualquer. Em seguida todos devem dizer o nome da pessoa e repetir o gesto feito por ela.Variação: Essa dinâmica pode ser feita apenas com o primeiro nome e o gesto da pessoa, sendo que todos devem repetir em somatória, ou seja, o primeiro diz seu nome, com seu gesto e o segundo diz o nome do anterior e gesto dele e seu nome e seu gesto... e assim por diante. Geralmente feito com grupos pequenos, para facilitar a memorização. Mas poderá ser estipulado um número máximo acumulativo, por exemplo, após o 8º deve começar um outro ciclo de 1-8 pessoas.
Dinâmica do "Escravos de Jó"
Esta dinâmica vem de uma brincadeira popular do mesmo nome, mas que nessa atividade tem o objetivo de "quebra gelo" podendo ser observado a atenção e concentração dos participantes. Em círculo, cada participante fica com um toquinho (ou qualquer objeto rígido).Primeiro o Coordenador deve ter certeza de que todos sabem a letra da música que deve ser :Os escravos de jó jogavam cachangá;os escravos de jó jogavam cachangá;Tira, põe, deixa o zé pereira ficar;Guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue zá (Refrão que repete duas vezes)
1º MODO NORMAL:Os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA);os escravos de jó jogavam cachangá (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA);Tira (LEVANTA O TOQUINHO), põe (PÕE NA SUA FRENTE NA MESA), deixa o zé pereira ficar (APONTA PARA O TOQUINHO NA FRENTE E BALANÇA O DEDO);Guerreiros com guerreiros fazem zigue (PASSANDO SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA), zigue (VOLTA SEU TOQUINHO DA DIREITA PARA O COLEGA DA ESQUERDA), zá (VOLTA SEU TOQUINHO PARA O OUTRO DA DIREITA) (Refrão que repete duas vezes).
2º MODO:Faz a mesma seqüência acima só para a esquerda
3º MODO:Faz a mesma seqüência acima sem cantar em voz alta, mas canta-se em memória. 4º MODO:Faz a mesma seqüência acima em pé executando com um pé.
5º MODO:Faz a mesma seqüência acima com dois toquinhos, um para cada lado.
Dinâmica da "Escultura"
Esta dinâmica estimula a expressão corporal e criatividade. 2 x 2 ou 3 x 3, os grupos devem fazer a seguinte tarefa :Um participante trabalha com escultor enquanto os outros ficam estátua (parados). O escultor deve usar a criatividade de acordo com o objetivo esperado pelo Coordenador, ou seja, pode buscar :-estátua mais engraçada-estátua mais criativa-estátua mais assustadora-estátua mais bonita, etc. Quando o escultor acabar (estipulado o prazo para que todos finalizem), seu trabalho vai ser julgado juntamente com os outros grupos. Pode haver premiação ou apenas palmas.
Dinâmica da "Sensibilidade"
Dois círculos com números iguais de participantes, um dentro e outro fora. O grupo de dentro vira para fora e o de fora vira para dentro. Todos devem dar as mãos, sentí-las, tocá-las bem, estudá-las. Depois, todos do grupo interno devem fechar os olhos e caminhar dentro do círculo externo. Ao sinal, o Coordenador pede que façam novo círculo voltado para fora, dentro do respectivo círculo. Ainda com os olhos fechados, (proibido abrí-los), vão tocando de mão em mão para descobrir quem lhe deu a mão anteriormente. O Grupo de fora é quem deve movimentar-se. Caso ele encontre sua mão correta deve dizer _Esta! Se for verdade, a dupla sai e se for mentira, volta a fechar os olhos e tenta novamente.Obs: Essa dinâmica pode ser feita com outras partes do corpo, ex: Pés, orelha, olhos, joelhos, etc. Tem o objetivo de melhorar a sensibilidade, concentração e socialização do grupo.
Dinâmica do “Mestre"
Em círculo os participantes devem escolher uma pessoa para ser o adivinhador. Este deve sair do local. Em seguida os outros devem escolher um mestre para encabeçar os movimentos/ mímicas. Tudo que o mestre fizer ou disser, todos devem imitar. O adivinhador tem duas chances para saber quem é o mestre. Se errar volta e se acertar o mestre vai em seu lugar. Esta dinâmica busca a criatividade, socialização, desinibição e a coordenação.
Dinâmica do "Rolo de Barbante"
Em círculo os participantes devem se assentar. O Coordenador deve adquirir anteriormente um rolo grande de barbante. E o primeiro participante deve, segurando a ponta do barbante, jogar o rolo para alguém (o coordenador estipula antes ex: que gosta mais, que gostaria de conhecer mais, que admira, que gostaria de lhe dizer algo, que tem determinada qualidade, etc.) que ele queira e justificar o porquê! A pessoa agarra o rolo, segura o barbante e joga para a próxima. Ao final torna-se uma "teia" grande.Essa dinâmica pode ser feita com diversos objetivos e pode ser utilizada também em festas e eventos como o Natal e festas de fim de ano. Ex: cada pessoa que enviar o barbante falar um agradecimento e desejar feliz festas.
Dinâmica do "Substantivo"
Em círculo os participantes devem estar de posse de um pedaço de papel e caneta. Cada um deve escrever um substantivo ou adjetivo ou qualquer estipulado pelo Coordenador, sem permitir que os outros vejam. Em seguida deve-se passar o papel para a pessoa da direita para que este represente em forma de mímicas. Podendo representar uma palavra mais fácil, dividí-la e ajuntar com outra para explicar a real palavra escrita pelo participante, mas é proibido soltar qualquer tipo de som.
Dinâmica da “Verdade ou Conseqüência?”
Em círculo os participantes devem estar de posse de uma garrafa que deve ficar ao centro. Ao sinal do Coordenador, alguém gira a garrafa e para quem o bico da garrafa apontar é perguntado:
_Verdade ou Conseqüência? Caso ele escolha verdade, a pessoa onde o fundo da garrafa apontou deve perguntar algo e ele obrigatoriamente devem responder a verdade. Se ele responder conseqüência deve pagar uma prenda (executar uma tarefa) estipulada pela pessoa que o fundo da garrafa apontou. A que respondeu gira a garrafa.
Dinâmica do "Qualidade"
Cada um anota em um pequeno pedaço de papel a qualidade que acha importante em uma pessoa. Em seguida todos colocam os papéis no chão, virados para baixo, ao centro da roda. Ao sinal, todos devem pegar um papel e em ordem devem apontar rapidamente a pessoa que tem esta qualidade, justificando.
Dinâmica do "Pegadinha do Animal"
Entrega-se a cada participante um papel com o nome de um animal, sem ver o do outro. Em seguida todos ficam em círculo de mãos dadas. Quando o animal for chamado pelo coordenador, a pessoa correspondente ao animal, deve se agachar tentando abaixar os colegas da direita e da esquerda. E os outros devem tentar impedir que ele se abaixe. Obs: todos os animais são iguais, e quando o coordenador chama o nome do animal todos vão cair de "bumbum" no chão, causando uma grande risada geral. Objetivo: "quebra gelo" descontração geral.
Amar ao Próximo.
Duração: 30 min.Material: papel, lapis. Divida a turma em grupos ou times opostos.Sugira preparar uma gincana ou concurso, em que cada grupo vai pensar em 5 perguntas e 1 tarefa para o outro grupo executar. Deixe cerca de 15 minutos, para que cada grupo prepare as perguntas e tarefas para o outro grupo.Após este tempo, veja se todos terminaram e diga que na verdade, as tarefas e perguntas serão executadas pelo mesmo grupo que as preparou.Observe as reações. Peça que formem um círculo e proponha que conversem sobre:Se você soubesse que o seu próprio grupo responderia às perguntas, as teria feito mais fáceis?E a tarefa? Vocês dedicaram tempo a escolher a mais difícil de realizar?Como isso se parece ou difere do mandamento de Jesus? "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo".Como nos comportamos no nosso dia a dia? Queremos que os outros executem as tarefas difíceis ou procuramos ajudá-los?Encerre com uma oração. Se houver tempo, cumpram as tarefas sugeridas, não numa forma competitiva, mas todos os grupos se ajudando. Fonte: http://www.comentarium.com.br/frame.jsp?url=wata-eh-legal.blogspot.com/

Homilética para professores da Escola Dominical

A atividade docente na EBD tem sido marcada por uma exigência cada vez maior por parte dos alunos quanto a qualidade não só do conteúdo da aula, mas também quanto a maneira com que esta aula é desenvolvida e aplicada. A homilética vem exatamente prover meios para que tais exigências sejam atendidas.
Homilética é a ciência e arte de ensinar mensagens religiosas, sacras ou cristãs. Seu objetivo principal, desde seus primórdios na Mesopotâmia cerca de 3000aC, quanto ao seu uso na igreja a partir do século IV d C, foi o de orientar pregadores e mestres na dissertação de seus discursos e ensinos, através de princípios, fazendo simultaneamente que despertassem e tivessem uma idéia dos erros e falhas que cometiam.
O Preparo da Aula
A homilética para o professor da EBD tem função importante tanto no preparo, quanto na apresentação da lição. A confiança que transmitimos quando ensinamos, está diretamente relacionada com a aplicação e a forma com que estudamos e preparamos a nossa aula. Alguns fatores precisam ser observados neste primeiro passo. São eles;
- Fonte e Material de Pesquisa: A principal fonte de pesquisa do professor cristão é a Bíblia, contudo, é necessário que o professor disponha de outros materiais, tais como, Bíblias de Estudo, Dicionários e Enciclopédias, Concordâncias, Atlas Bíblico, Diversidade de bons livros para consulta, Apostilas, Periódicos, Revistas, Jornais, etc. Quanto mais fontes e material de pesquisa tiver o professor, mais rico será o conteúdo da sua aula.
- Análise da Lição: O professor deve ler toda a lição, atentando para o seu título, texto áureo, verdade prática, leitura bíblica em classe, pontos e sub-pontos, para só então partir para a pesquisa sobre os principais temas abordados pela mesma.
- A Realização da Pesquisa: O professor deve colher todas as informações possíveis sobre o assunto, organizando-os por ordem de importância.
- A Sinterização e Objetividade do Conteúdo Pesquisado: O poder de síntese é uma habilidade fundamental para o professor da EBD, visto que este precisa conciliar o conteúdo à ser ensinado com o tempo disponível para tal finalidade.
- O Estudo Prévio da Lição Bíblica para os Professores: Esta ferramenta busca proporcionar mais conhecimento para o professor, dirimir suas dúvidas, uniformizar o ensino, corrigir possíveis erros de interpretação, e proporcionar uma constante interação entre superintendes, secretárias e corpo docente.
A Aula
O segundo passo fundamental é a maneira com que a lição vai ser transmitida para os alunos. A falta de habilidade para comunicar a lição, pode colocar a perder todo o trabalho de pesquisa feito para a mesma. Alguns fatores precisam ser bem observados nesta hora, dentre os quais a linguagem do professor. Por linguagem entendemos a faculdade de expressão que serve para transmitirmos idéias e sentimentos. Quanto mais claras e precisas forem as expressões, melhor compreendida será nossa mensagem e ensino. A linguagem pode ser verbal, ou seja, aquela transmitida pela fala, ou corporal, expressa através dos gestos e movimentos do corpo. A linguagem verbal envolve:
• Vocabulário: é o conjunto de termos lingüísticos, empregados pelo professor. São as palavras usadas para transmitir o conteúdo do assunto. O vocabulário utilizado pelo professor deve ser comum a ele e a seus alunos.
• A Dicção: é a pronúncia dos sons das palavras. As palavras devem ser pronunciadas de forma correta com a devida abertura da boca e articulação completa de todos os sons que compõe a palavra. Devem-se evitar alguns defeitos de pronúncia tais como levá (levar), trazê (trazer), janero (janeiro), trigue (tigre), proquê (porquê), previlégio (privilégio), Cráudio (Cláudio), sinhô (senhor), etc. Circunstâncias pode resultar em pronúncias incorretas. Se há possibilidades devemos buscar a melhora, quando não, Deus nos usará da mesma forma, pois conhece nossas limitações e sinceridade.
• A Intensidade da Voz: a voz do professor deve ter uma tonalidade agradável, não sendo alta ou baixa demais. Ao falar em microfone a altura deve ser suficiente para alcançar o auditório. A voz demasiadamente alta irrita os ouvintes tirando assim a atenção do assunto que está sendo ensinado, além de prejudicar o aparelho auditivo. A voz demasiadamente baixa irrita da mesma forma, porém, produzindo sonolência, desinteresse e falta de atenção dos ouvintes.
• A Velocidade da Voz: a voz do professor deve também ser pronunciada numa velocidade que não comprometa sua compreensão. Não deve ser muito lenta ou rápida, mas sim compassada, respeitando-se também a pontuação.
• Os Vícios de Linguagem: são expressões incorporadas ao nosso estilo de falar, sendo repetidas muitas vezes durante a exposição do assunto, de forma consciente ou inconsciente. Ex: Não é verdade? Aí né…, glória a Deus e aleluia, etc.
- A Linguagem Corporal do Professor: Compreende linguagem corporal:
• A Higiene Corporal do Professor: cabelos bem cortados, penteados e limpos, higiene bucal, unhas limpas, o cuidado com os odores exalados pelo corpo e outros cuidados com a higiene corporal, devem fazer parte da vida do professor.
• A Postura do Professor: todo nosso corpo fala quando nos comunicamos. As posições dos pés e pernas, o movimento do tronco e dos braços, das mãos e dos dedos, a postura dos ombros, o balanço da cabeça, as contrações do semblante, a boca e a expressão do olhar, cada gesto possui um significado próprio e encerra em si mesmo uma mensagem.
• Os Maus Hábitos de Postura: deve-se ter cuidado com mãos nos bolsos, brincar com os dedos, botões e gravata, apoiar-se em algum objeto ou na tribuna e evitar os cacoetes.
• A Naturalidade do Professor: O professor acima de tudo deve ser ele mesmo. A má aplicação das regras de postura pode transformá-lo num robô, com movimentos mecânicos. Bons estilos podem ser admirados, mas nunca imitados. Quando se imita perde-se a autenticidade e naturalidade, incorrendo-se ainda no risco de se expor ao ridículo. Façamos diante do aqui exposto, o devido uso da homilética, que aliada a unção do espírito Santo, revolucionará nosso ministério de ensino, promovendo uma maior aprendizagem por parte do aluno e a glorificação do nome do Senhor Jesus!
Fonte: http://altairgermano.blogspot.com/2007/06/homiltica-para-professores-da-escola.html